Mercadante assume com proposta de iniciar pacto nacional pela educação
Terça-feira, 24 de janeiro de 2012 – 20:58
Ionice Lorenzoni
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Simoneide Araujo – jornalista
Em 60 dias serão iniciadas as obras de mais um prédio no Campus da Universidade Federal de Alagoas em Arapiraca. O reitor Eurico Lôbo anunciou a conclusão do processo de licitação para construção do bloco das coordenações de curso, orçada em 800 mil reais.
Para o reitor, a destinação de recursos para construção do novo prédio é uma decisão institucional de priorizar o Campus Arapiraca. “Nossa intenção é melhorar a infraestrutura nas unidades do interior. Isso será prioridade em nossa gestão”, declarou.
O novo prédio terá uma área de 891 metros quadrados e contará com seis secretarias e 18 salas para atender as demandas das coordenações de curso. De acordo com o gerente de Projetos, Obras e Serviços de Engenharia da Ufal, Herbert Nobre, o projeto será construído com mais agilidade porque terá estrutura de galpão. A equipe de arquitetos da Superintendência de Infraestrutura fez algumas adaptações para integrar o novo prédio aos demais da unidade, além de priorizar a eficiência energética, resultando em menor consumo de energia.
Sexta-feira, 30 de dezembro de 2011 – 10:28
O projeto Consumo Consciente: Agir e Viver por um Mundo Melhor foi criado para mostrar como deve ser feito o manejo do lixo, não apenas na Escola Municipal de Ensino Fundamental Cândida Santos de Souza, mas também no bairro Distrito Industrial, onde a instituição está situada, em Ananindeua, Pará, na região metropolitana de Belém. Desenvolvido pela pedagoga Alcilene Costa de Magalhães, professora de informática educativa, o projeto busca soluções para diminuir o acúmulo de lixo na cidade.

O trabalho é feito por meio de campanhas educativas e oficinas de reciclagem para o manejo adequado dos detritos. “As campanhas e oficinas têm o objetivo de sensibilizar a comunidade para a importância de cuidar do lixo e dar a ele um local apropriado, além de praticar ações de consumo consciente, dizendo não ao desperdício”, explica Alcilene. Há 15 anos no magistério, a professora já trabalhou com alunos da educação infantil e do ensino fundamental em instituições de ensino particulares de Belém. Também foi coordenadora pedagógica da educação de jovens e adultos durante dez anos em escola da rede estadual.
A fim de mostrar à comunidade as boas iniciativas de combate à degradação do meio ambiente, os envolvidos no projeto executaram diferentes atividades. Uma delas, o manejo do lixo no bairro, sob o lema Diga Não ao Desperdício. Outra, a proposta Vamos Cuidar do Nosso Lixo, de prevenção contra os resíduos jogados no chão. Foi feito ainda um apelo por mudanças de comportamento entre as pessoas.
De acordo com Alcilene, nas ações de combate ao acúmulo do lixo na comunidade os estudantes chamaram a atenção do público para a preservação do meio ambiente. Eles destacaram a importância de conservar a escola como patrimônio público e o lugar no qual vivem. “Com esse trabalho de informação e sensibilização na comunidade, executamos as propostas de cuidar do meio ambiente”, afirma. “E cuidando do meio ambiente estamos cuidando de nós mesmos.”
Cidadania — O projeto abrangeu iniciativas de cidadania voltadas para a informação e a sensibilização da comunidade escolar, executadas no decorrer do ano letivo. No primeiro semestre, foram realizadas ações interdisciplinares para discutir o tema lixo no bairro. Entre elas, reuniões, sessões de vídeo e passeios para visualização dos problemas ocasionados pelo acúmulo de lixo. Professores e alunos executaram tarefas de diversas disciplinas — português, história, geografia, inglês, ciências e educação física. Os alunos da quinta à oitava série do ensino fundamental visitaram a comunidade em torno da escola e conversaram com os moradores para explicar o problema e indicar formas de melhorar o manejo do lixo no bairro.
No segundo semestre, foram realizadas ações de combate ao acúmulo de detritos. “Os alunos da sexta e da sétima séries informaram à comunidade sobre os prejuízos causados pelo lixo em nossa vida e como podemos colaborar para que todos vivam em paz com o manejo e a coleta seletiva”, ressalta Alcilene.
O projeto é executado desde 2009. A cada ano, ganha novas ações. Segundo Alcilene, ele se fortaleceu em 2011. “Na ação Plante uma Árvore, realizada no fim deste ano, conseguimos 250 mudas de plantas ornamentais e frutíferas”, destaca. Na gincana ambiental, promovida em setembro, foram recolhidas cinco mil garrafas plásticas. “A coleta ultrapassou nossa expectativa.”
Na visão da professora, trabalhar com projetos ajuda na evolução do aluno e a alcançar as metas. “Educamos para a cidadania e para a prática do consumo consciente”, diz. “Os resultados estão sendo gratificantes.”
Fátima Schenini
Saiba mais no Jornal do Professor
Confira o blog da escola
Quinta-feira, 08 de dezembro de 2011 – 15:27
Os autores das cinco experiências em educação de jovens e adultos vencedores da quinta edição da Medalha Paulo Freire receberão a premiação na próxima quarta-feira, 14. A solenidade será realizada às 19 horas, na Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa.
Este ano, concorreram à Medalha Paulo Freire 72 trabalhos desenvolvidos nas cinco regiões do país. São vencedores os projetos nos estados do Acre, Ceará, Mato Grosso, São Paulo e do Rio Grande do Sul. A comissão julgadora escolheu experiência da prefeitura de Teresópolis (RJ) para receber menção honrosa.
Promovida pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação, a Medalha Paulo Freire é concedida a iniciativas nas áreas de políticas, programas e projetos que ajudem a reduzir o analfabetismo e que possibilitem a jovens e adultos continuar os estudos na educação básica. A premiação é o reconhecimento de ações e políticas bem-sucedidas. Sua concessão não está vinculada a prêmio em valor de qualquer natureza.
Criada pelo já revogado Decreto nº 4.834, de 8 de setembro de 2003, que regulamentou o programa Brasil Alfabetizado, a Medalha Paulo Freire teve a continuidade assegurada pelo artigo 13 do Decreto nº 6.093, de 24 de abril de 2007, reformulador do programa. O prêmio, que tem o nome de um dos mais notáveis educadores brasileiros, foi entregue pela primeira vez em 2005.
Ionice Lorenzoni
Confira os projetos premiados em 2011
Assessoria de Imprensa da SEB
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Conheça os palestrantes
O Diário Oficial da União trouxe na edição desta quinta-feira (17) uma lista de 680 instituições de ensino superior que foram reprovadas pelo Ministério da Educação (MEC). Em Alagoas, treze centros de ensino tiveram notas insatisfatórias e podem ser descredenciados pelo governo federal.
Entre as reprovadas estão instituições que são referência no Estado, como o Centro de Estudos Superiores de Maceió (Cesmac) e a Universidade Estadual de Alagoas (Uneal).
O ranking do Índice Geral de Cursos (IGC) traz notas de 1 a 5. A instituição com médias entre 1 e 2 são as reprovadas. O índice leva em conta a nota dos alunos no Enade e indicadores como infraestrutura física da faculdade e qualidade do corpo docente.
Os 13 centros de ensino superior de Alagoas tiveram nota 2 e foram reprovados. São eles o Centro de Ensinos Superiores de Maceió; Faculdade de Ciências Sociais e Aplicadas de Penedo; Faculdade de Formação Profissional de Penedo; Faculdades de Ciências Jurídicas e Sociais de Maceió; Faculdade de Tecnologia de Alagoas; Faculdade Figueiredo Costa; Faculdade Ciências Jurídicas de Alagoas; Universidade Estadual de Alagoas; Faculdade São Vicente; Faculdade da Cidade de Maceió; Instituto de Ensino Superior de Alagoas; Instituto de Ensino Superior Santa Cecília e Centro de Ensino Superior Arcanjo Mikael de Arapiraca.
Três instituições não conseguiram pontuação segundo avaliação do MEC. São elas, o Instituto Batista de Ensino Superior, a Faculdade Raimundo Marinho e a Faculdade Alternativa de Ensino Superior do Agreste.
As bem avaliadas
Apenas uma instituição de ensino que atua em Alagoas está entre as 158 que tiveram nota 4 ou 5. Com esse índice, essas faculdades poderão ter autorização automática para a abertura de novos cursos em tramitação no MEC, sem necessidade de visitas. A Faculdade Integrada Tiradentes (Fits) conseguiu conceito 4.
Outras sete instituições foram bem avaliadas e conseguiram nota 3. A lista traz a Faculdade de Ciências Contábeis de Maceió (Seune); Universidade de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal); Universidade Federal de Alagoas (Ufal); Faculdade de Alagoas (FAL); Faculdade de Administração de Alagoas (FAA); Faculdade Maurício de Nassau e Instituto Federal de Alagoas (Ifal).
A Casa de José de Alencar, equipamento cultural da Universidade Federal do Ceará, lança quinta-feira (3), às 17h, em sua sede, a “Bibliografia Comentada” das obras de José de Alencar. O livro foi organizado pelos professores João Arruda, Diretor da CJA, e Marcelo Peloggio, Coordenador do Grupo de Estudos José de Alencar da UFC. Mais de 400 obras de autoria do escritor cearense e sobre ele, publicadas em português até o ano passado, estão referenciadas na publicação. O trabalho faz parte do processo de requalificação da biblioteca da CJA, que se prepara para ser referência nacional como fonte de pesquisa sobre Alencar.
O livro se destina, especialmente, a bibliotecas públicas e aos cursos de Letras de todo o País. Os pesquisadores terão à disposição a referência bibliográfica de cada obra, acompanhada de sinopse e palavras-chave. No final, o leitor vai encontrar fac-símilies de páginas de rosto das primeiras edições de obras alencarianas, como “Sertanejo”, “Senhora”, “Guerra dos Mascates”, “As minas de prata”, “Lucíola”, “O Guarany”. Outras fotos apresentam amostras de manuscritos do romancista que fazem parte do arquivo do Museu Histórico Nacional, do Rio de Janeiro.
O Prof. João Arruda informa que o processo de elaboração do livro demandou um ano e foi financiado pela Coelce, via Lei Rouanet. Contou com o apoio da Administração Superior da UFC e da Fundação Cearense de Pesquisa e Cultura. Alunos de graduação e pós-graduação da área de Literatura da UFC integraram a equipe coordenada por ele e pelo Prof. Peloggio.
O processo de requalificação da biblioteca da CJA teve início há três anos e já resultou no lançamento de dois DVDs contendo 25 mil páginas digitalizadas de 350 obras de Alencar ou referentes a ele. Agora, informa o Prof. João Arruda, está em andamento a digitalização dos manuscritos do autor.
Fonte: Prof. João Arruda, Diretor da Casa de José de Alencar – (fone: 85 3229 1898 85 3229 1898)

Assessoria de Comunicação Social
Sexta-feira, 02 de setembro de 2011 – 17:36
Nos últimos oito anos, a política de expansão de educação superior e profissional implementada pelo governo federal levou à região Sul cinco novas universidades e seis institutos federais de educação, ciência e tecnologia. Até 2014, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul receberão mais 33 câmpus de universidades e institutos.
O Rio Grande do Sul, até 2003, contava com quatro universidades federais e oferecia 44.317 matrículas. De 2003 a 2010, foram criadas mais duas universidades, e o número de câmpus chegou a 32, com a oferta de oportunidade de formação superior a 70 mil jovens.
Para a formação profissional, o estado tinha 12 escolas técnicas em 2003. Nos últimos oitos anos, foram implantadas outras 12 e estão sendo criadas mais 16. Ao todo, serão 36 câmpus. As novas escolas permitirão que até 2014 o estado tenha 44 mil estudantes matriculados e formados em áreas importantes para a economia local, como agropecuária, eletromecânica, meio ambiente e informática.
Na primeira fase da expansão, o Paraná recebeu a universidade tecnológica federal (UTFPR), a partir da transformação do Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet) do estado. Mais recentemente, ganhou também a Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila). Até 2003, o estado oferecia 32.695 matrículas em uma única universidade federal, com cinco câmpus, e em oito unidades de educação profissional. No primeiro processo da expansão, chegou a 2010 com 39 câmpus, que representaram 77.955 matrículas. Com a nova fase de expansão, abrirá 85.408 matrículas em 50 câmpus.
A rede catarinense, antes da expansão, contava com uma universidade federal e uma unidade de educação profissional e tecnológica. Desde 2003, foram instalados três câmpus da Universidade Federal de Santa Catarina e 16 da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. Também foi criada a Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), com cinco câmpus, para atender municípios dos três estados do Sul.
Em três anos, Santa Catarina chegará a 34 câmpus de institutos federais e 10 de universidades federais, com a oferta de 75 mil matrículas.
Segunda-feira, 01 de agosto de 2011 – 18:54
Escolas das redes públicas com turmas de estudantes no segundo ano (alfabetização) do ensino fundamental recebem, até a metade deste mês, a Provinha Brasil de matemática. A exemplo da provinha de língua portuguesa, que o MEC distribui desde 2008, a aplicação desta provinha não é obrigatória.

Dados da Secretaria de Educação Básica (SEB) indicam que 3,3 milhões de alunos cursam o segundo ano do ensino fundamental em 107,1 mil escolas públicas. A primeira edição da provinha de matemática tem 24 testes de múltipla escolha, que serão aplicados pelo professor em sala de aula ou por coordenador pedagógico definido pela direção da escola. O ministério recomenda que a avaliação seja realizada neste mês.
A partir de 2012, as escolas públicas com classes de alfabetização vão receber as provinhas de língua portuguesa e de matemática no início e no final do ano letivo. Além da provinha impressa, professores, coordenadores pedagógicos e gestores podem consultar a matriz de referência da provinha de matemática que está disponível no sítio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep).
A realização da Provinha Brasil compreende uma série de atividades que envolvem a SEB, o Inep e o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), além de parcerias com a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed). A definição de conteúdos, elaboração dos testes, impressão e distribuição dos materiais são atribuições dos órgãos do MEC. A Undime e o Consed são responsáveis pela mobilização e orientação das escolas em cada rede de ensino.
Ionice Lorenzoni
Conheça a matriz de referência da provinha de matemática.