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Mercadante assume com proposta de iniciar pacto nacional pela educação

Terça-feira, 24 de janeiro de 2012 – 20:58

Ao assumir o Ministério da Educação nesta terça-feira, 24, Aloizio Mercadante fez um relato sobre sua trajetória. Começou dizendo que ocupou importantes cargos no Legislativo, mas que é, acima de tudo, economista e professor. “Essa é a minha verdadeira identidade. Todos os cargos que ocupei, tudo o que fiz, fiz com base nessa profunda e definitiva identidade.”
E foi a favor dos professores da educação básica pública que Mercadante assumiu, na condição de ministro, o compromisso de iniciar um diálogo com governadores e prefeitos, para que o piso salarial da categoria se torne realidade em todo o território nacional. Com essa iniciativa, ele pretende melhorar não só a remuneração, mas também as condições de trabalho e da carreira docente.
Outro tema que vai merecer atenção especial é o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), lançado pela presidenta Dilma Rousseff no ano passado. “Esse será um dos mais importantes objetivos estratégicos de minha gestão”, explicou. E para que mais jovens concluam a educação básica e tenham acesso ao ensino superior, Mercadante anunciou que vai trabalhar para fazer um pacto nacional pela educação, que envolva a sociedade civil, os empresários, as famílias e as três esferas de governo. “De fato, a educação precisa se transformar numa espécie de saudável obsessão nacional, que mobilize a todos”, disse.
Já o ex-ministro da Educação Fernando Haddad fez um breve relato das atividades que desenvolveu em sua gestão. Destacou a boa interlocução que manteve com a sociedade, educadores, os movimentos sociais, empresários e com o Congresso Nacional, na discussão de reformas e mudanças que promoveu.
Haddad explicou ao novo ministro que quase tudo em educação é rigorosamente polêmico, mas que o diálogo é o caminho. Para o ex-ministro, os educadores não devem temer o desgaste e foi por isso que superou controvérsias em diversos momentos da gestão, como na criação do Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), da Universidade Aberta do Brasil, do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE).
A solenidade de transmissão de cargo de Fernando Haddad para Aloizio Mercadante contou com a presença de reitores, secretários estaduais e municipais de educação, prefeitos, deputados e senadores, representantes de entidades educacionais e de organismos internacionais.
Trajetória – O ministro Aloizio Mercadante nasceu em Santos (SP), tem 57 anos, é graduado em economia pela Universidade de São Paulo (USP), mestre em ciência econômica e doutor em teoria econômica pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). É professor licenciado da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e da Unicamp. Na carreira política, foi eleito, no estado de São Paulo, duas vezes deputado federal e uma vez senador. Em 1994, concorreu ao cargo de vice-presidente da República na chapa de Luiz Inácio Lula da Silva. Em 2011, assumiu o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação, cargo que exerceu até esta segunda-feira, 23.

Ionice Lorenzoni
Ouça o discurso do ministro Aloizio Mercadante
Leia a íntegra do discurso do ministro Aloizio Mercadante

 

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UFAL

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Campus Arapiraca ganhará mais um prédio

Reitor priorizou projeto para o interior, orçado em cerca de R$ 800 mil reais; obras começam em dois meses

Simoneide Araujo – jornalista

Em 60 dias serão iniciadas as obras de mais um prédio no Campus da Universidade Federal de Alagoas em Arapiraca. O reitor Eurico Lôbo anunciou a conclusão do processo de licitação para construção do bloco das coordenações de curso, orçada em 800 mil reais.

Para o reitor, a destinação de recursos para construção do novo prédio é uma decisão institucional de priorizar o Campus Arapiraca. “Nossa intenção é melhorar a infraestrutura nas unidades do interior. Isso será prioridade em nossa gestão”, declarou.

 

O novo prédio terá uma área de 891 metros quadrados e contará com seis secretarias e 18 salas para atender as demandas das coordenações de curso. De acordo com o gerente de Projetos, Obras e Serviços de Engenharia da Ufal, Herbert Nobre, o projeto será construído com mais agilidade porque terá estrutura de galpão. A equipe de arquitetos da Superintendência de Infraestrutura fez algumas adaptações para integrar o novo prédio aos demais da unidade, além de priorizar a eficiência energética, resultando em menor consumo de energia.

MEC

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Escola paraense aponta soluções para comunidade reduzir o lixo

Sexta-feira, 30 de dezembro de 2011 – 10:28

O projeto Consumo Consciente: Agir e Viver por um Mundo Melhor foi criado para mostrar como deve ser feito o manejo do lixo, não apenas na Escola Municipal de Ensino Fundamental Cândida Santos de Souza, mas também no bairro Distrito Industrial, onde a instituição está situada, em Ananindeua, Pará, na região metropolitana de Belém. Desenvolvido pela pedagoga Alcilene Costa de Magalhães, professora de informática educativa, o projeto busca soluções para diminuir o acúmulo de lixo na cidade.

O trabalho é feito por meio de campanhas educativas e oficinas de reciclagem para o manejo adequado dos detritos. “As campanhas e oficinas têm o objetivo de sensibilizar a comunidade para a importância de cuidar do lixo e dar a ele um local apropriado, além de praticar ações de consumo consciente, dizendo não ao desperdício”, explica Alcilene. Há 15 anos no magistério, a professora já trabalhou com alunos da educação infantil e do ensino fundamental em instituições de ensino particulares de Belém. Também foi coordenadora pedagógica da educação de jovens e adultos durante dez anos em escola da rede estadual.

A fim de mostrar à comunidade as boas iniciativas de combate à degradação do meio ambiente, os envolvidos no projeto executaram diferentes atividades. Uma delas, o manejo do lixo no bairro, sob o lema Diga Não ao Desperdício. Outra, a proposta Vamos Cuidar do Nosso Lixo, de prevenção contra os resíduos jogados no chão. Foi feito ainda um apelo por mudanças de comportamento entre as pessoas.

De acordo com Alcilene, nas ações de combate ao acúmulo do lixo na comunidade os estudantes chamaram a atenção do público para a preservação do meio ambiente. Eles destacaram a importância de conservar a escola como patrimônio público e o lugar no qual vivem. “Com esse trabalho de informação e sensibilização na comunidade, executamos as propostas de cuidar do meio ambiente”, afirma. “E cuidando do meio ambiente estamos cuidando de nós mesmos.”

Cidadania — O projeto abrangeu iniciativas de cidadania voltadas para a informação e a sensibilização da comunidade escolar, executadas no decorrer do ano letivo. No primeiro semestre, foram realizadas ações interdisciplinares para discutir o tema lixo no bairro. Entre elas, reuniões, sessões de vídeo e passeios para visualização dos problemas ocasionados pelo acúmulo de lixo. Professores e alunos executaram tarefas de diversas disciplinas — português, história, geografia, inglês, ciências e educação física. Os alunos da quinta à oitava série do ensino fundamental visitaram a comunidade em torno da escola e conversaram com os moradores para explicar o problema e indicar formas de melhorar o manejo do lixo no bairro.

No segundo semestre, foram realizadas ações de combate ao acúmulo de detritos. “Os alunos da sexta e da sétima séries informaram à comunidade sobre os prejuízos causados pelo lixo em nossa vida e como podemos colaborar para que todos vivam em paz com o manejo e a coleta seletiva”, ressalta Alcilene.

O projeto é executado desde 2009. A cada ano, ganha novas ações. Segundo Alcilene, ele se fortaleceu em 2011. “Na ação Plante uma Árvore, realizada no fim deste ano, conseguimos 250 mudas de plantas ornamentais e frutíferas”, destaca. Na gincana ambiental, promovida em setembro, foram recolhidas cinco mil garrafas plásticas. “A coleta ultrapassou nossa expectativa.”

Na visão da professora, trabalhar com projetos ajuda na evolução do aluno e a alcançar as metas. “Educamos para a cidadania e para a prática do consumo consciente”, diz. “Os resultados estão sendo gratificantes.”

Fátima Schenini

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Confira o blog da escola

Experiências bem-sucedidas vão receber medalhas na quarta-feira

 

Quinta-feira, 08 de dezembro de 2011 – 15:27

Os autores das cinco experiências em educação de jovens e adultos vencedores da quinta edição da Medalha Paulo Freire receberão a premiação na próxima quarta-feira, 14. A solenidade será realizada às 19 horas, na Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa.

Este ano, concorreram à Medalha Paulo Freire 72 trabalhos desenvolvidos nas cinco regiões do país. São vencedores os projetos nos estados do Acre, Ceará, Mato Grosso, São Paulo e do Rio Grande do Sul. A comissão julgadora escolheu experiência da prefeitura de Teresópolis (RJ) para receber menção honrosa.

Promovida pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação, a Medalha Paulo Freire é concedida a iniciativas nas áreas de políticas, programas e projetos que ajudem a reduzir o analfabetismo e que possibilitem a jovens e adultos continuar os estudos na educação básica. A premiação é o reconhecimento de ações e políticas bem-sucedidas. Sua concessão não está vinculada a prêmio em valor de qualquer natureza.

Criada pelo já revogado Decreto nº 4.834, de 8 de setembro de 2003, que regulamentou o programa Brasil Alfabetizado, a Medalha Paulo Freire teve a continuidade assegurada pelo artigo 13 do Decreto nº 6.093, de 24 de abril de 2007, reformulador do programa. O prêmio, que tem o nome de um dos mais notáveis educadores brasileiros, foi entregue pela primeira vez em 2005.  

Ionice Lorenzoni

Confira os projetos premiados em 2011

MEC

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Bônus para usar internet são incentivo em escola de Tocantins

Sexta-feira, 02 de dezembro de 2011 – 11:42
Experiências que unem entretenimento e educação e estudos sobre o uso de videogames para atrair a atenção e motivar a aprendizagem de estudantes com baixo desempenho escolar estão na agenda do evento Educação e novos Paradigmas (Edu-Tec). O encontro será na próxima terça-feira, 6, no Teatro Oi Casa Grande, no Leblon, Rio de Janeiro.

A reunião, promovida pelo Ministério da Educação por meio da TV Escola, também vai tratar das novas mídias e das formas como as pessoas utilizam esses meios para fazer suas conexões em rede. Participam do evento estudiosos e empreendedores.
Das 8h às 18h acontecerão conferências de curta duração sobre as novas tecnologias de mídias que podem ser usadas em sala de aula e com potencial para transformar as relações de ensino e aprendizagem. Farão palestras no Edu-Tec, profissionais da Inglaterra, Itália, Estados Unidos, Finlândia, Malásia, Argentina, Venezuela, Espanha e do Brasil.
Para a secretária de Educação Básica do Ministério da Educação, Maria do Pilar Lacerda, o objetivo é que a TV Escola possa absorver muitas dessas inovações. “Queremos que a TV Escola seja um espaço que possa ser usado para melhorar e aprofundar a aprendizagem. Um canal que dialogue diretamente com a comunidade escolar”, afirma.

 

Programa – As conferências serão divididas em quatro blocos: a importância de comunicar e interagir de forma individualizada; quando virtual é físico – que apresenta teorias e práticas que defendem que o mundo virtual complementa o mundo físico e é parte do mundo real; caixa de ferramentas – novas formas de interagir, comunicar, entreter e educar; velha nova ética – que analisa como as pessoas se comportam com a grande quantidade de informação e fluxo de comunicação.

Assessoria de Imprensa da SEB

Acesse a página eletrônica do EduTec

Conheça os palestrantes

MEC reprova treze centros de ensino superior de Alagoas

15:17 – 17/11/2011

www.tudonahora.com.br

O Diário Oficial da União trouxe na edição desta quinta-feira (17) uma lista de 680 instituições de ensino superior que foram reprovadas pelo Ministério da Educação (MEC). Em Alagoas, treze centros de ensino tiveram notas insatisfatórias e podem ser descredenciados pelo governo federal.

Entre as reprovadas estão instituições que são referência no Estado, como o Centro de Estudos Superiores de Maceió (Cesmac) e a Universidade Estadual de Alagoas (Uneal).

 

O ranking do Índice Geral de Cursos (IGC) traz notas de 1 a 5. A instituição com médias entre 1 e 2 são as reprovadas. O índice leva em conta a nota dos alunos no Enade e indicadores como infraestrutura física da faculdade e qualidade do corpo docente.

 

Os 13 centros de ensino superior de Alagoas tiveram nota 2 e foram reprovados. São eles o Centro de Ensinos Superiores de Maceió; Faculdade de Ciências Sociais e Aplicadas de Penedo; Faculdade de Formação Profissional de Penedo; Faculdades de Ciências Jurídicas e Sociais de Maceió; Faculdade de Tecnologia de Alagoas; Faculdade Figueiredo Costa; Faculdade Ciências Jurídicas de Alagoas; Universidade Estadual de Alagoas; Faculdade São Vicente; Faculdade da Cidade de Maceió; Instituto de Ensino Superior de Alagoas; Instituto de Ensino Superior Santa Cecília e Centro de Ensino Superior Arcanjo Mikael de Arapiraca.

 

Três instituições não conseguiram pontuação segundo avaliação do MEC. São elas, o Instituto Batista de Ensino Superior, a Faculdade Raimundo Marinho e a Faculdade Alternativa de Ensino Superior do Agreste.

As bem avaliadas

Apenas uma instituição de ensino que atua em Alagoas está entre as 158 que tiveram nota 4 ou 5. Com esse índice, essas faculdades poderão ter autorização automática para a abertura de novos cursos em tramitação no MEC, sem necessidade de visitas. A Faculdade Integrada Tiradentes (Fits) conseguiu conceito 4.

 

Outras sete instituições foram bem avaliadas e conseguiram nota 3. A lista traz a Faculdade de Ciências Contábeis de Maceió (Seune); Universidade de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal); Universidade Federal de Alagoas (Ufal); Faculdade de Alagoas (FAL); Faculdade de Administração de Alagoas (FAA); Faculdade Maurício de Nassau e Instituto Federal de Alagoas (Ifal).

UFC lança bibliografia comentada do escritor cearense José de Alencar

A Casa de José de Alencar, equipamento cultural da Universidade Federal do Ceará, lança quinta-feira (3), às 17h, em sua sede, a “Bibliografia Comentada” das obras de José de Alencar. O livro foi organizado pelos professores João Arruda, Diretor da CJA, e Marcelo Peloggio, Coordenador do Grupo de Estudos José de Alencar da UFC. Mais de 400 obras de autoria do escritor cearense e sobre ele, publicadas em português até o ano passado, estão referenciadas na publicação. O trabalho faz parte do processo de requalificação da biblioteca da CJA, que se prepara para ser referência nacional como fonte de pesquisa sobre Alencar.

O livro se destina, especialmente, a bibliotecas públicas e aos cursos de Letras de todo o País. Os pesquisadores terão à disposição a referência bibliográfica de cada obra, acompanhada de sinopse e palavras-chave. No final, o leitor vai encontrar fac-símilies de páginas de rosto das primeiras edições de obras alencarianas, como “Sertanejo”, “Senhora”, “Guerra dos Mascates”, “As minas de prata”, “Lucíola”, “O Guarany”. Outras fotos apresentam amostras de manuscritos do romancista que fazem parte do arquivo do Museu Histórico Nacional, do Rio de Janeiro.

O Prof. João Arruda informa que o processo de elaboração do livro demandou um ano e foi financiado pela Coelce, via Lei Rouanet. Contou com o apoio da Administração Superior da UFC e da Fundação Cearense de Pesquisa e Cultura. Alunos de graduação e pós-graduação da área de Literatura da UFC integraram a equipe coordenada por ele e pelo Prof. Peloggio.

O processo de requalificação da biblioteca da CJA teve início há três anos e já resultou no lançamento de dois DVDs contendo 25 mil páginas digitalizadas de 350 obras de Alencar ou referentes a ele. Agora, informa o Prof. João Arruda, está em andamento a digitalização dos manuscritos do autor.

 

Fonte: Prof. João Arruda, Diretor da Casa de José de Alencar – (fone:  85 3229 1898         85 3229 1898)

ENEM

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Ministro destaca evolução das notas dos estudantes no Enem do ano passado

 

Sexta-feira, 16 de setembro de 2011 – 12:10

O desempenho dos estudantes no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2010 foi o tema do programa Bom-Dia, Ministro desta sexta-feira, 16. O ministro da Educação, Fernando Haddad, foi o convidado do programa, realizado pela Secretaria de Imprensa da Presidência da República e a EBC Serviços.

“Pela primeira vez, foi possível fazer a comparação do Enem”, destacou Haddad. “Além do aumento da participação, saímos de 820 mil concluintes para 1,1 milhão e conseguimos aumentar dez pontos na média. Isso significa que cumprimos 10% da meta esperada para a década.”

A divulgação das médias do Enem por escola é um elemento de mobilização pela melhoria da qualidade do ensino, por auxiliar professores, diretores e demais dirigentes educacionais na reflexão crítica sobre o processo educacional da escola, além de subsidiar políticas educacionais. Mais de 3,2 milhões de estudantes em todo o país participaram das provas. Entre eles, 1,1 milhão de concluintes do ensino médio regular — os resultados são calculados a partir do desempenho desses alunos.

“Esperamos que o ensino médio comece a reagir, principalmente pela substituição dos vestibulares pelo Enem, que organiza o currículo no ensino médio”, acrescentou o ministro.

Durante uma hora, Haddad respondeu perguntas de jornalistas de rádios de diferentes cidades brasileiras. Ele falou também sobre novas ações em estudo pelo Ministério da Educação para melhorar a qualidade da educação pública no país, como a ampliação do total de dias letivos de 200 para 220. “Os alunos de escolas públicas têm 800 horas de aula por ano; os das escolas particulares, 25% a mais de tempo”, afirmou. “E sabemos que o número de dias letivos tem impacto grande na qualidade de educação.”

O ministro ainda ressaltou o esforço do MEC para antecipar, em um ano, a extensão do ensino de tempo de integral a 32 mil escolas até 2013. Hoje, são 15 mil escolas no Brasil com jornada integral. A economia de quase R$ 1 bilhão nas compras feitas pelo MEC e a construção de 5 mil creches e quadras esportivas também foram assuntos comentados pelo ministro.

Assessoria de Comunicação Social

MEC

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Sul ganhará mais 33 unidades de ensino superior e profissional

Sexta-feira, 02 de setembro de 2011 – 17:36

Nos últimos oito anos, a política de expansão de educação superior e profissional implementada pelo governo federal levou à região Sul cinco novas universidades e seis institutos federais de educação, ciência e tecnologia. Até 2014, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul receberão mais 33 câmpus de universidades e institutos.

 

O Rio Grande do Sul, até 2003, contava com quatro universidades federais e oferecia 44.317 matrículas. De 2003 a 2010, foram criadas mais duas universidades, e o número de câmpus chegou a 32, com a oferta de oportunidade de formação superior a 70 mil jovens.

 

Para a formação profissional, o estado tinha 12 escolas técnicas em 2003. Nos últimos oitos anos, foram implantadas outras 12 e estão sendo criadas mais 16. Ao todo, serão 36 câmpus. As novas escolas permitirão que até 2014 o estado tenha 44 mil estudantes matriculados e formados em áreas importantes para a economia local, como agropecuária, eletromecânica, meio ambiente e informática.

 

Na primeira fase da expansão, o Paraná recebeu a universidade tecnológica federal (UTFPR), a partir da transformação do Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet) do estado. Mais recentemente, ganhou também a Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila). Até 2003, o estado oferecia 32.695 matrículas em uma única universidade federal, com cinco câmpus, e em oito unidades de educação profissional. No primeiro processo da expansão, chegou a 2010 com 39 câmpus, que representaram 77.955 matrículas. Com a nova fase de expansão, abrirá 85.408 matrículas em 50 câmpus.

 

A rede catarinense, antes da expansão, contava com uma universidade federal e uma unidade de educação profissional e tecnológica. Desde 2003, foram instalados três câmpus da Universidade Federal de Santa Catarina e 16 da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. Também foi criada a Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), com cinco câmpus, para atender municípios dos três estados do Sul.

 

Em três anos, Santa Catarina chegará a 34 câmpus de institutos federais e 10 de universidades federais, com a oferta de 75 mil matrículas.

Diega Rocha


Crianças do segundo ano farão este mês provas de matemática

 

Segunda-feira, 01 de agosto de 2011 – 18:54

Escolas das redes públicas com turmas de estudantes no segundo ano (alfabetização) do ensino fundamental recebem, até a metade deste mês, a Provinha Brasil de matemática. A exemplo da provinha de língua portuguesa, que o MEC distribui desde 2008, a aplicação desta provinha não é obrigatória.

Dados da Secretaria de Educação Básica (SEB) indicam que 3,3 milhões de alunos cursam o segundo ano do ensino fundamental em 107,1 mil escolas públicas. A primeira edição da provinha de matemática tem 24 testes de múltipla escolha, que serão aplicados pelo professor em sala de aula ou por coordenador pedagógico definido pela direção da escola. O ministério recomenda que a avaliação seja realizada neste mês.

A partir de 2012, as escolas públicas com classes de alfabetização vão receber as provinhas de língua portuguesa e de matemática no início e no final do ano letivo. Além da provinha impressa, professores, coordenadores pedagógicos e gestores podem consultar a matriz de referência da provinha de matemática que está disponível no sítio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep).

A realização da Provinha Brasil compreende uma série de atividades que envolvem a SEB, o Inep e o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), além de parcerias com a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed). A definição de conteúdos, elaboração dos testes, impressão e distribuição dos materiais são atribuições dos órgãos do MEC. A Undime e o Consed são responsáveis pela mobilização e orientação das escolas em cada rede de ensino.

Ionice Lorenzoni

Conheça a matriz de referência da provinha de matemática.